Quanto custa um site profissional (e por que a pergunta mudou)
Quantidade de páginas, design, integrações e funções definem o preço — mas o modelo de contratação pesa tanto quanto. Veja o que perguntar antes de fechar.
Por Equipe K13. Publicado em 11 de agosto de 2026. Categoria: Sites.
É a primeira pergunta de quase todo mundo — e a resposta honesta é que o preço varia muito. Mas isso não ajuda ninguém a decidir. Então vamos ao que realmente determina o valor, e a uma mudança de modelo que muda a conta inteira.
O que faz um site custar mais (ou menos)
Quatro coisas explicam quase toda a diferença de preço entre uma proposta e outra:
- Quantidade de páginas. Um site institucional de 5 páginas e um portal com 40 páginas de produto não dão o mesmo trabalho. É a variável mais direta.
- Design sob medida ou template. Template é mais barato porque o desenho já existe. Sob medida significa projetar cada tela para a sua marca — e é o que faz o site não parecer o do concorrente.
- Integrações. Conectar com ERP, CRM, gateway de pagamento, sistema de estoque ou emissor de nota muda o escopo técnico de forma relevante.
- Funções específicas. Calculadora, área do cliente, catálogo com filtros, agendamento. Cada função é desenvolvimento dedicado.
Repare que nenhum desses itens é "bonito" ou "moderno". Esses adjetivos não têm preço porque não têm definição — o que tem preço é escopo.
O problema do orçamento fechado
O modelo tradicional cobra um valor único pela criação e entrega o site. Funciona, mas cria três armadilhas conhecidas:
- O investimento inicial trava a decisão. Muita empresa adia o site por dois anos esperando "sobrar" o valor da criação.
- Depois da entrega, o site envelhece sozinho. Sem contrato de manutenção, ninguém atualiza, ninguém monitora, e em um ano ele está lento, desatualizado ou fora do ar.
- Cada ajuste vira uma negociação. Trocar um texto, publicar uma página nova, corrigir algo que quebrou — tudo abre um novo orçamento.
O resultado típico: um site que nasceu bom e virou um problema em dois anos.
O modelo de assinatura muda a conta
Em vez de pagar a criação de uma vez, você paga uma mensalidade que inclui o desenvolvimento diluído no contrato. Na prática:
- Não há taxa de criação. O site sai do papel sem desembolso inicial.
- Servidor, hospedagem, SSL e backup entram no plano. Você não contrata cinco fornecedores diferentes.
- Manutenção e evolução são parte do serviço. Atualização de segurança, monitoramento e horas para melhorias todo mês.
- A conta é previsível. Um valor fixo no orçamento, sem fatura surpresa quando algo quebra.
É o mesmo raciocínio que já se aplica ao ERP, ao e-mail corporativo e ao antivírus da empresa: infraestrutura crítica funciona melhor como serviço contínuo do que como compra única.
O que perguntar antes de fechar
Independente do modelo que escolher, três perguntas separam uma proposta séria de uma surpresa:
- O que exatamente está incluso todo mês? Hospedagem entra? Suporte entra? Alterações entram, e quantas?
- Qual o prazo de contrato e o que acontece ao encerrar? Especialmente: quais dados você leva — conteúdo, catálogo, base de clientes.
- Quem responde quando o site cai? Existe um time, um canal e um tempo de resposta, ou é o WhatsApp de um freelancer?
Uma proposta que responde essas três com clareza costuma valer mais do que uma proposta mais barata que responde nenhuma.
E na prática, quanto fica?
Depende do escopo — e é por isso que não publicamos tabela. Um site institucional enxuto e um portal com integrações não cabem no mesmo número, e fingir que cabem só gera frustração dos dois lados.
O que fazemos é o contrário: você conta quantas páginas precisa e o que o site tem que fazer, e devolvemos uma proposta fechada em até 1 dia útil — com o valor mensal, o que está incluso e o prazo de entrega. Sem taxa de criação.
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